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9 de set. de 2010

Vem no cu que eu gozo! Chega no terceiro anel que eu vou ao céu.

 
Amados já confessei aqui que amo sexo anal, mas hoje deu a louca! Tô taradíssima por isso!


O sexo anal é bom e melhor ainda se souberem fazer e o pau for no tamanho certo!




Existem três aneis anais que são acessíveis: o primeiro deles é o que vemos. O que está do lado de fora, o que tem as famosas preguinhas. Lambidinhas aqui, meu bem, arrepiam até os cabelinhos da buceta!
O primeiro anel é o mais difícil de invadir, é onde causam certas dores logo no início da prática, mas se for bem estimulado ele relaxa e se abre.
 Este primeiro anel deve ser bem lubrificado e massageado antes do pau entrar.
Depois de passar por ele, o pênis encontra logo o segundo anel, ele é delicado e causa muito prazer também, mas não é a melhor parte da festa.
Bom mesmo é quando alcança o terceiro anel e isso só acontece quando entramos em contato com um pênis de no mínimo 17 cm.


 Nesse momento nada segura o prazer.

Dá vontade de dar e não parar mais. Quando chega nessa parte é de enlouquecer.
Pode ter certeza que a mulher vai querer bem mais do que pode suportar. Ai Ai...


Me lembro a última vez ( ontem )  Fiquei com o cuzinho doendo demais, mas pensa que desisti? Tô louca pra dar de novo.



Só não sei se aguento porque ainda dói muito. Até parece que fico mais de um dia sem dar o cu... rsrsrs
Quero ver quem é a mulher que não gosta de dar a bunda pra quem sabe comer... rsrsrs

4 de jul. de 2010

poemas para a bendita buceta



I
Teus lábios,
doce mel de frutas sazonais,
se oferecem livres
ao desfrutar dos beijos.

Tua boca molhada,
ostra aberta ao desejo,
saliva de todas delícias.
A flor de todas carícias
tuas pétalas
ficam expostas aos meus sentidos.

Abre-se,
jardim das virtudes,
fazendo-se carne
e despeja sobre mim
tua água farta.

O calor de teus ermos,
o vale de tua sombra,
transmite-me, dentro de ti,
a dádiva profana da terra onde
todos os frutos habitam
e se depositam
todas as sementes.
Sabe-se que tu, mulher,
antes de mais nada
tens a vagina preparada
para afirmar-te fêmea
a qualquer tempo.

II
Tenho a ânsia infinita de te possuir
até o fundo, sem qualquer constrangimento.
E ao mesmo tempo quero fazer-te sentir
-se, então, senhora nem que por um momento.
Em meio à faina, meio da batalha.
Espada em riste, sem traço de clemência.
Afasto as portas de tua residência
e cravo tudo rompendo a tua malha.

E ao sentir-se tão fundo lancetada
tua vagina entrega-se de todo,
vibra por dentro, toda encharcada
e me domina enquanto eu a fodo.

E a luta afasta de nós todas as éticas
no afã de possuir a alma alheia.
Uma ciranda entoada sem poéticas,
uma charanga expressa em carne, nervo e veia.
E eu te domo, gazela desfreada.
E eu te como, boceta enfurecida.
Eu te quero assim, escancarada,
pra despejar em ti a minha vida.

E se aproxima a última estocada
o frenesi expresso, uníssono dueto
tua boceta me traga esfaimada
e te devoro no teu fundo aposento.

Mas num momento em que tudo é mais tudo,
como se fizesse a morte inquilina.
nesse instante supremo eu fico mudo
e me rendo, inteiro, em tua vagina.
de Alex Fagundes